domingo, 31 de janeiro de 2010
Capitulo 36
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Capitulo 35
Olaa! Tenho estado com pouco net e como os meus pais não estão muito contentes com as minhas notas... vinhe postar mal consegui.
Está aqui mais um capitulo, espero que gostem. Depois de ter algus comentários e mal possa posto mais. Já tenho tantas fics novas! Depois vocês vão ter muito por onde escolher! xD
Olaaa hannahrbc! Bem-vinda, e obrigado! Este capitulo é para ti.
Um beijo enorme para todas! <3
Capitulo 35
A mesa para a família era rectangular, na cabeceira da mesa estava o meu pai e de Georg, à sua esquerda estava a nossa mãe, e à direita era o lugar de Georg. Eu fiquei do outro lado de Georg, à minha direita estava um rapaz de cabelo para o lado e muito parecido com Georg.
Á minha frente estava Andreas, com a namorada logo ao lado. Espalhando-se pela mesa estavam Bill, Tom e Gustav juntamente com os avôs maternos e paternos, tios, primos e sabe-se lá mais que familiares que eu nunca tinha visto na minha vida.
Para minha felicidade e de Georg, Tom e Bill ficaram logo ao lado da namorada de Andreas, enquanto Gustav se sentou ao lado do rapaz, que eu agora sabia ser um primo próximo de Georg, eu notei que ele fez isso um pouco contrariado. Ele queria era trocar de lugar com o rapaz, que o meu irmão disse ser muito boa pessoa, mas acabou por não ter coragem, poderia parecer um pouco rude. Sei disto por causa do sms que ele mandou, eu sorri-lhe e respondi-lhe que não fazia mal e tínhamos bastante tempo.
Tentei em vão não olhar para o lado, pois de cada vez que o fazia via Gustav olhando-me fixamente e acabávamos os dois a sorrir feitos parvos.
A mesa estava envolta em conversas e risos, o almoço demorou 1H30. Acabei por falar com o rapaz e fiquei a saber que se chamava Jake e que era realmente bastante simpático. Gustav contentou-se a falar com a irmã que estava ao seu lado.
Georg prometeu-me que depois do almoço eu ia ser apresentada a todos os familiares ali presentes, que normalmente só estavam juntos em épocas festivas como o Natal. Isso assustou-me um pouco, então quando passei o olhar em roda da mesa… Eu conhecia muito poucas pessoas ali. Será que iam gostar de mim? Será que iam pelo menos tentar? Será que pensavam que era uma qualquer e que estava a aproveitar-me? Eu tinha ouvido alguns amigos deles a comentar esta última hipótese.
Já todos tínhamos acabado de comer e agora estavam todos a conversar. Dei a desculpa que tinha de ir à casa de banho e fui a casa.
Quando estava a sair ouvi alguém a chorar, e no chão perto da entrada estava uma menina, devia ter uns 5 ou 6 anos, tinha o cabelo castanho clarinho a cair-lhe pelas costas, quando me aproximei um par de olhos verdes estava a fixar-me. Agachei-me perto dela, enquanto lhe pegava e a colocava sentada no meu colo.
-Que aconteceu, pequenina? – Perguntei, e ai a menininha levantou o seu vestido e pode ver que tinha uma grande ferida no joelho que sangrava.
- Eu estava a brincar, mas depois escorreguei e cai – ela começou a chorar de novo, e entre soluços voltou a falar – e o meu vestido novo está sujo e tenho um dói e e a mãe vai chatear-se…
Comecei a balançá-la enquanto nos levantava, beijei-lhe a testa.
- Não vai, não te preocupes. Cais-te a culpa não é tua, agora vamos tratar da tua ferida e depois eu vou tentar limpar o teu vestido, está bem?
A menina acenou que sim com a cabeça, entrelaçou os seus braços no meu pescoço e depois escondeu a cara. Encaminhei-me lá para dentro, de volta à casa de banho onde no armário devia estar uma caixinha de primeiros socorros.
Sentei a menina no tampo da sanita e sorri-lhe. Procurei dentro do armário e acabei por encontrar a caixinha. Abri e comecei a tirar algodão, betadine…
- Olha, agora eu tenho que lavar a tua ferida antes de poder começar mesmo a tratar dela, ok? Isto não vai doer muito, é só para limpar.
A menina estremeceu quando a água fria entrou em contacto com a sua ferida, mas fez-me sinal para continuar. Tinha uma carinha tão querida e linda.
Depois de lhe fazer o penso dei um jeito no vestido dela e quase não se notava nada. Ela sorriu contente, levei-a ao colo lá para fora.
Já perto da mesa as 2 avós e os avôs olharam.
- Onde estavas, querida? Estávamos começando a nos preocuparmos contigo, não te víamos em lado nenhum! – Disse uma das avós numa voz doce.