domingo, 31 de janeiro de 2010

Capitulo 36

Olaa Vim á pressa só mesmo para poder postar. espero que gostem Beijinho Capitulo 36 Estavam todos a olhar para mim e para ela, ela foi para o chão e depois de saltitar perto da mesa subiu para o colo de Georg, que tinha as mãos estendidas na sua direcção. - Eu estava ali – começou a explicar na sua voz fininha e doce – e não sei bem, acho que escorreguei e depois cai. Eu estava com medo e comecei a chorar, eu tinha feito um dói grande – a sua pequena voz falhou um pouco – depois a menina apareceu e foi muito simpática! Ela perguntou o que tinha acontecido e ajudou-me, agora o meu dói já não dói tanto e já ta tratado e ela também ajudou com o meu vestido. A menina saltou do colo de Georg, afastou-se um pouco e deu uma volta enquanto se ria, depois voltou a correr, desta vez para o colo de Jake. Uma senhora do outro lado da mesa, que penso ser a mãe, suspirou aliviada e voltou a sentar-se ao pé do marido. -E já agradeceste á Kylie por te ter ajudado, Leah? – Disse-lhe suavemente. A menina voltou a levantar-se, correndo na minha direcção, eu agachei-me e ela abraçou-me. Quando se afastou um pouco disse “Obrigada” levando-me para o meu lugar e voltando a sentar-se no colo de Jake. O meu irmão abraçou-me por trás enquanto murmurou: - Então, gostas de crianças? Temos muitas na família! Normalmente, a Leah não confia muito nas pessoas e nem deixa que lhe toquem. Sem te conhecer, confiou em ti e tratar-te assim é muito bom sinal! - Ela é tão querida e simpática! Adoro crianças. – Murmurei de maneira a que ele ouvisse. Ele afastou-se um pouco e sorriu, levantou-se, fez-me levantar com ele, começando a apresentar-me a todos os elementos da enorme família. Umas cinco pessoas olharam-me um pouco de lado, desconfiadas, mas continuando a ser educadas e de resto todos me trataram bem e foram bastante simpáticos. Alguns dos apercebi-me que eles queriam, mas que tinham um pouco de medo que depois fosse mentira ou algo do género, não se queriam agarrar a mim e depois “perder”. A tarde passou bastante depressa. Também conheci todos os amigos deles, até fiquei amiga de alguns. Depois do jantar fui dar uma volta, os meus pés levaram-me de volta para o banco/baloiço de hoje de manhã. -Olá! – Disse sorridente. Gustav levantou a cabeça e olhou na minha direcção, um sorriso formando-se nos seus lábios. Sentei-me ao seu lado, encostando a cabeça ao seu ombro, enquanto ele me abraçava. - Depois de hoje de manhã, não tivemos muito tempo para estar juntos. Ninguém te deixou um único minuto a sós. – Murmurou Gustav. - Desapareceste depois do jantar, procurei-te por todo o lado e simplesmente tinhas desaparecido. - Murmurei. Depois acrescentando. – Fui dar uma volta e acabei por vir parar aqui. - Eu senti a tua falta – Gustav disse-me, olhando-me nos olhos. - Eu também, senti a tua falta. - E não foi só hoje, nos momentos em que não te podia abraçar e beijar. Todos os dias que fiquei longe de ti, dias que não me podia nem aproximar e nos dias em que nem te via, nem ouvia a tua voz… Segurei a sua cara com as minhas mãos. - Amo-te! – Disse-lhe. Ele não disse nada, só me começou a beijar. Na interrupção de um dos nossos beijos, vi algo que não esperava ver. Ele simplesmente sorriu, mais por causa da cara que eu tinha do que por outra coisa. Era Setembro, e tinha começado a nevar! O cenário era lindo, estiquei uma mão e apanhei um bloco de neve, que depressa derreteu na minha mão. Sorri, mas nessa altura um arrepio percorreu o meu corpo, o fino vestido azul que eu tinha não era protecção suficiente. Gustav também reparou e começou a puxar o fecho do seu casaco. Eu segurei as suas duas mãos, ele sorriu mais ainda e puxou-me mais para ele, fiquei no seu colo encostada ao seu peito, parecíamos duas crianças pequenas.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Capitulo 35

Olaa! Tenho estado com pouco net e como os meus pais não estão muito contentes com as minhas notas... vinhe postar mal consegui.

Está aqui mais um capitulo, espero que gostem. Depois de ter algus comentários e mal possa posto mais. Já tenho tantas fics novas! Depois vocês vão ter muito por onde escolher! xD

Olaaa hannahrbc! Bem-vinda, e obrigado! Este capitulo é para ti.

Um beijo enorme para todas! <3

Capitulo 35

A mesa para a família era rectangular, na cabeceira da mesa estava o meu pai e de Georg, à sua esquerda estava a nossa mãe, e à direita era o lugar de Georg. Eu fiquei do outro lado de Georg, à minha direita estava um rapaz de cabelo para o lado e muito parecido com Georg.

Á minha frente estava Andreas, com a namorada logo ao lado. Espalhando-se pela mesa estavam Bill, Tom e Gustav juntamente com os avôs maternos e paternos, tios, primos e sabe-se lá mais que familiares que eu nunca tinha visto na minha vida.

Para minha felicidade e de Georg, Tom e Bill ficaram logo ao lado da namorada de Andreas, enquanto Gustav se sentou ao lado do rapaz, que eu agora sabia ser um primo próximo de Georg, eu notei que ele fez isso um pouco contrariado. Ele queria era trocar de lugar com o rapaz, que o meu irmão disse ser muito boa pessoa, mas acabou por não ter coragem, poderia parecer um pouco rude. Sei disto por causa do sms que ele mandou, eu sorri-lhe e respondi-lhe que não fazia mal e tínhamos bastante tempo.

Tentei em vão não olhar para o lado, pois de cada vez que o fazia via Gustav olhando-me fixamente e acabávamos os dois a sorrir feitos parvos.

A mesa estava envolta em conversas e risos, o almoço demorou 1H30. Acabei por falar com o rapaz e fiquei a saber que se chamava Jake e que era realmente bastante simpático. Gustav contentou-se a falar com a irmã que estava ao seu lado.

Georg prometeu-me que depois do almoço eu ia ser apresentada a todos os familiares ali presentes, que normalmente só estavam juntos em épocas festivas como o Natal. Isso assustou-me um pouco, então quando passei o olhar em roda da mesa… Eu conhecia muito poucas pessoas ali. Será que iam gostar de mim? Será que iam pelo menos tentar? Será que pensavam que era uma qualquer e que estava a aproveitar-me? Eu tinha ouvido alguns amigos deles a comentar esta última hipótese.

Já todos tínhamos acabado de comer e agora estavam todos a conversar. Dei a desculpa que tinha de ir à casa de banho e fui a casa.

Quando estava a sair ouvi alguém a chorar, e no chão perto da entrada estava uma menina, devia ter uns 5 ou 6 anos, tinha o cabelo castanho clarinho a cair-lhe pelas costas, quando me aproximei um par de olhos verdes estava a fixar-me. Agachei-me perto dela, enquanto lhe pegava e a colocava sentada no meu colo.

-Que aconteceu, pequenina? – Perguntei, e ai a menininha levantou o seu vestido e pode ver que tinha uma grande ferida no joelho que sangrava.

- Eu estava a brincar, mas depois escorreguei e cai – ela começou a chorar de novo, e entre soluços voltou a falar – e o meu vestido novo está sujo e tenho um dói e e a mãe vai chatear-se…

Comecei a balançá-la enquanto nos levantava, beijei-lhe a testa.

- Não vai, não te preocupes. Cais-te a culpa não é tua, agora vamos tratar da tua ferida e depois eu vou tentar limpar o teu vestido, está bem?

A menina acenou que sim com a cabeça, entrelaçou os seus braços no meu pescoço e depois escondeu a cara. Encaminhei-me lá para dentro, de volta à casa de banho onde no armário devia estar uma caixinha de primeiros socorros.

Sentei a menina no tampo da sanita e sorri-lhe. Procurei dentro do armário e acabei por encontrar a caixinha. Abri e comecei a tirar algodão, betadine…

- Olha, agora eu tenho que lavar a tua ferida antes de poder começar mesmo a tratar dela, ok? Isto não vai doer muito, é só para limpar.

A menina estremeceu quando a água fria entrou em contacto com a sua ferida, mas fez-me sinal para continuar. Tinha uma carinha tão querida e linda.

Depois de lhe fazer o penso dei um jeito no vestido dela e quase não se notava nada. Ela sorriu contente, levei-a ao colo lá para fora.

Já perto da mesa as 2 avós e os avôs olharam.

- Onde estavas, querida? Estávamos começando a nos preocuparmos contigo, não te víamos em lado nenhum! – Disse uma das avós numa voz doce.