quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Capitulo 34

Olaaa! tudo bem? Espero que sim! E aqui está mais um capitulo! A rapariga loira é a namorada de Andreas. E a outra é Andreas e Bill. Gosto bastante deste e do próximo capitulo! Espero que vocês também. Este capitulo é: . Miss Xaphania . Cê . Andy .seni-fã . amigaskaulitz. Obrigado por virem ao meu blog e de não desistirem! Beijo grande! Capitulo 34
Eu estava um pouco surpreendida. Nunca a tinha visto na vida. Mas pelo que parecia, era mais uma grande amiga deles, uma desconhecida para mim. - Esta é a namorada de Andreas – disse Tom num sussurro e com um sorriso travesso na cara. -Aiii!! Vocês nem sabem as saudades que eu tinha, já voltei de França e não volto a ir embora. Tem sítios lindos, mas senti muito a falta do pessoal. Desculpem a indelicadeza, mas não me vou esforçar para conhecer a vossa amiga, até se ter na mão a certeza de quem ela é. – Acrescentou a rapariga. “Oh, mas que simpática” pensei eu. E nessa altura já todo o mundo se havia separado, juntando num grupo grande para uns minutos depois se separarem em pequenos grupinhos. Senti-me pequena e deslocada, os nossos pais estavam com a família e os rapazes e amigos haviam se juntado na sala, outros passeando pela casa. Reparei que na outra ponta estava Gustav, sozinho como eu, ele estava muito calado hoje e evitou contacto com os seus amigos. Decidi sair da sala, daquele confuso ambiente de alegria e risos, passei pelo meu quarto e pensei entrar. Mas já perto da porta, vi que esta estava encostada e que um rapaz e uma rapariga estavam sentados na cama a conversar. Sai cá para fora e vagueie por uma parte solitária do grande quintal, acabando por me sentar no banco de baloiço. Senti alguém se aproximar e olhei, ao mesmo tempo que uma mão toca o meu ombro. O meu coração começa a bater bastante mais depressa do que o normal, querendo saltar do meu peito. Ele sentou-se a meu lado e murmurou “olá!”. O silêncio não era mau e ambos aproveitamos o momento, até que ele falou. - Parece que tudo se resolveu, os problemas dos quais querias fugir ao vir para cá e todos os outros… Estás feliz? – Perguntou-me Gustav. Quando me viu acenar com a cabeça e de seguida desviar o olhar, viu que faltava algo para completar a minha felicidade, sem ser ele. Instintivamente começou a abraçar-me. Quando se apercebeu do que realmente estava fazendo afastou-se um pouco bruscamente. - Desculpa… eu não queria… sou tão parvo… Deixei-me levar, acabei com as suas desculpas com um beijo. E que beijo! Um beijo cheio de fervor e paixão, onde também se misturava a saudade. O beijo durou bastante tempo, só paramos quando estávamos começando a precisar de tomar fôlego. Aí os seus braços se envolveram e me puxaram mais para ele. Como eu tinha saudades destes abraços, além de este ser um pouco diferente. Ambos sabíamos o que queríamos e sentíamos, durante o beijo e o longo abraço foi transmitido todo o afecto que tínhamos um pelo outro. Passaram-se longos momentos, até que nos afastássemos e murmurássemos que tínhamos que ir para dentro. Estava na hora do almoço, perto das 2H da tarde, os outros já deviam ter reparado no nosso desaparecimento e não queríamos ter de dar explicações sobre o que se passava. Nem nós sabíamos bem, quanto mais explicar! Só que o momento foi bom e queríamos mais. Quando passei pela porta da sala, Georg viu-me, dirigiu-me um grande sorriso alegre e chamou-me. Como sempre fazia, meteu o seu braço por cima dos meus ombros e apresentou-me ao grande grupo de amigos com os quais estava a falar agora. Foram todos muito educados, mas consegui ver pelas caras deles que não me deram a mínima importância e que nem me iriam falar mais do que a educação pedia. Entretanto a comida foi posta na mesa e chamaram todos para comer. Georg levou-me até outra parte do quintal, perto da piscina estavam duas grandes mesas, aquela parte era enorme! A piscina estava no centro, uma enorme e rectangular piscina com um chão à volta, eram tipo uns azulejos com pegadas, de cor creme. De um dos lados estava a mesa maior, para os amigos do filho e do outro, também bastante grande estava a mesa para a família e para os amigos mais chegados. A cor predominante era o verde brilhante da relva. Tinha o alto muro, na parte de dentro sebes bem tratadas, e espalhados pelo enorme jardim estavam canteiros de flores. Era tudo tão bonito e perfeito! Respirei fundo e lá continuei, com ele, em direcção à enorme mesa. Ele tinha parado comigo, deixando-me apreciar o belo espectáculo que se apresentava à minha frente, rindo silenciosamente enquanto eu olhava fascinada.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Capitulo 33

Olaaa, meninas! Eu sei que á bué que não posto. Mas escola & tal Tive a fazer umas mudaças na fic... para melhor espero. Obrigada a todas as meninas que mesmo assim não pararam de seguir o meu blog! Por não ter postado muito, nesta semana vou postar os dias todos! Amanha com toda a certeza! Beijos para todas =D Capitulo 33 Senti um arrepio quando senti o meu braço ser perfurado por aquele bocado de metal, mas mesmo assim não desviei os olhos. Olhei todo o tempo enquanto a enorme seringa ia ficando cheia com o meu sangue. Mal ficou cheia retirou-a enquanto me metia um bocado de algodão, fazendo pressão, para de seguida me fazer sinal para ficar eu a segurar. Georg tinha estado o tempo todo olhando pela janela, para o lindo jardim ao lado do hospital. O médico aproxima-se de si e repete o mesmo processo, também ele não tinha o menor problema de ver. Entretanto, enquanto o médico falava com ele, entra um médico mais novo que vem na minha direcção. Dirijo-lhe um sorriso, ele faz o mesmo e de seguida começa a falar comigo. Falamos um pouco de mim e um pouquinho dele, depois fez-me perguntas sobre o meu tipo de sangue e esse género de coisas. Georg chama-me para perto dele e o médico mais novo, que sabia agora chamar-se Joseph, aproveita para também ele ir embora enquanto me dirige um sorriso de despedida. Quando me aproximo de Georg, este sorri e beija-me a testa, retribuo o sorriso enquanto me abraço a ele, ele põe o seu braço à minha volta numa atitude protectora. Para me dar protecção e pelo que me pareceu, para os outros também perceberem a ideia. As análises deviam estar prontas dentro de dois dias e eles próprios iriam lá levá-las, isto por ser para pessoas importantes e se ter urgência nos resultados do teste. Fomos para casa, o local onde dentro em breve também iria ser a minha casa. O hospital ainda ficava um pouco longe, o suficiente para Georg poder ir a acelerar, o que me divertiu, mas assustou um pouco Andreas que se encontrava connosco. Tinha ido saber notícias ao hospital, disse-nos que já estavam todos lá em casa à espera, os outros elementos da banda também queriam ter vindo, mas como não iam ajudar lá se convenceram. Achei piada quando o Andreas, a meia voz, disse ao Georg que Gustav tinha obrigado os outros a irem um pouco mais cedo porque me queria ver. Parva ou não, sorri interiormente. Também eu estava cheia de saudades de o ver, sentia tanto a falta das nossas brincadeiras; saudades dos seus beijos, do seu cheiro. Simplesmente sentia a falta dele, a falta da minha outra metade. - Podem pôr música? – Digo para interromper o silêncio. - E qual a música que queres? – Pergunta-me O meu maninho. - Hmm… do vosso último cd! A “World behind my Wall” é uma música que adoro! - E porque será?! - Diz Andreas a rir, mas sendo ignorado por mim. Pareceu-me que a viagem demorou muito pouco tempo. Mal Georg estacionou o seu jipe, a porta da frente foi aberta e através dela apareceu uma cara com um enorme sorriso, a ama de Georg. A sala estava cheia de amigos, na cozinha também estava imensa gente, mas esses a mim pareceram-me ser familiares. O nosso pai estava na cozinha, mas a mãe mal nos viu entrar veio logo na nossa direcção. - Desculpem! Espero que não se importem… mas acabámos por não conseguir resistir. E já toda a gente sabe da história toda. - Não faz mal, mãe. Acho que assim até é um pouco melhor. – Disse eu, vendo três caras interrogativas, continuei – quer dizer, só ficaram com a curiosidade de verem como eu era mesmo… assim foi melhor para eles compreenderem. Os nossos três amigos aproximam-se. - Então os maninhos estão de volta e desta vez com certezas! Como correu? Aprecei-me a sorrir na direcção de Bill. - Correu muito bem, acho eu. Foi bem fácil. – Na cara de Georg dava para notar uma pequenina hesitação. Não tinha nada a ver com os exames, só o que certas pessoas pensavam e por isso mesmo eu nem queria saber. Uma rapariga de cabelo loiro estonteante e liso, interrompe-nos enquanto dá um guinchinho e tenta abraçar todos os amigos ao mesmo tempo. Largando-os de seguida e abraçando-se a Andreas, beijando-o de seguida.